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Por que a renovação da concessão faz sentido para a MRS?

Porque existe uma grande convergência entre as necessidades do setor produtivo, as diretrizes da política pública hoje em andamento e a estratégia de longo prazo da MRS: os três vetores apontam para ganho de eficiência, com transferência de valor para o setor produtivo nacional.

Para a indústria e o agronegócio nacionais, os custos de logística e distribuição são extremamente significativos, e, quanto mais altos forem, menor será a competitividade da produção brasileira no mercado internacional e menor a presença e volume de vendas no mercado interno. A ferrovia é fundamental nesse processo – porque é imbatível em termos de eficiência e custo para médias e longas distâncias – e igualmente central é o papel da MRS nesse contexto, uma ferrovia inserida na região que responde por cerca de 50% do PIB brasileiro.

Do ponto de vista do governo, as renovações, bem como os novos parâmetros de performance que vêm com o novo contrato, são instrumentos para assegurar esses ganhos produtivos para o país, bem como garantir que a estrutura ferroviária concedida (um bem da União) seja adequadamente mantida, com capacidade crescente, de forma segura e integrada de forma harmoniosa às cidades. Os investimentos de interesse público endereçam esta última necessidade.

Para a MRS, por fim, a renovação representa a abertura do prazo necessário para que os novos investimentos possam gerar retorno. A companhia vem apostando, firmemente e há anos, em novos segmentos, como o de cargas conteinirizadas, por exemplo, e possui projetos de porte para o transporte de grãos. Os anseios da indústria por uma logística de alta performance e a estratégia da MRS são, de fato, uma única e mesma coisa.