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Plano contempla investimentos que podem superar R$ 7,5 Bilhões

Considerando os investimentos que serão realizados para aumento de capacidade e melhoria operacional, necessários para atender à demanda prevista e aos parâmetros de desempenho da ANTT, como também os investimentos em obras de interesse público, cerca de R$ 7,5 bilhões serão injetados a partir da renovação antecipada da concessão da MRS.

Os investimentos em aumento de capacidade e melhoria de desempenho, da ordem de R$ 3,1 bilhões, incluem aportes em ampliações de pátios, remodelação da via permanente, ampliação de instalações e aquisição de novos vagões e locomotivas. Esse valor foi calculado de acordo com metodologia específica da ANTT.

Os projetos de interesse público terão investimentos estimados em R$ 4,4 bilhões. São obras  para eliminação de conflitos entre a ferrovia e as cidades, aumento de intermodalidade e desafogamento das estradas, que serão definidas pelo governo federal em fase posterior à consulta pública do processo de renovação da MRS. O montante de R$ 4,4 bilhões é uma estimativa da MRS, correspondente à conversão da outorga prevista no Modelo Econômico-Financeiro (R$ 2,1 bilhões) em investimentos de interesse público, no período de 10 anos.

Investimentos em Sustentabilidade dos Ativos

Além desses R$ 7,5 bilhões, o plano de negócios também contempla investimentos que darão sustentabilidade aos ativos ferroviários. Esses recursos serão aplicados, por exemplo, numa nova matriz de dormentes, na modernização das locomotivas e vagões e na compra de equipamentos, entre outros. Nessas linhas, o investimento previsto é de R$ 14,6 bilhões.

Carga Geral

O plano de negócios tem forte ênfase na expansão do segmento de carga geral – produtos agrícolas, siderúrgicos, insumos para construção civil e carga em contêineres, entre outros grupos. Em 2018, a participação da carga geral na produção total da MRS já foi representativa, com 32% do share. Com os investimentos da renovação e a expansão de capacidade em regiões estratégicas para a indústria e o agronegócio, como o noroeste de São Paulo, a Baixada Santista e os eixos Rio-São Paulo e Belo Horizonte-Rio, essa participação poderá superar os 47% ao longo do novo prazo de concessão.