Nossa Proposta

Plano contempla investimentos que podem superar R$ 31 Bilhões

A projeção de investimentos a serem realizados a partir da renovação antecipada da concessão da MRS é de R$ 31 bilhões, incluídos os valores da outorga. O montante será destinado a obras de interesse público e iniciativas de aumento de capacidade e melhoria operacional, necessários para atender à demanda prevista e aos parâmetros de desempenho da ANTT.

Os investimentos em aumento de capacidade e melhoria de desempenho incluem aportes em ampliações de pátios, remodelação da via permanente, ampliação de instalações e aquisição de novos vagões e locomotivas. Esse valor foi calculado de acordo com metodologia específica da ANTT e está sujeito a alterações.

Os projetos de interesse público englobam, por exemplo, obras para eliminação de conflitos entre a ferrovia e as cidades e para o aumento da intermodalidade. Todas as iniciativas previstas estão listadas no Plano de Negócios da empresa, documento que foi aprovado, por unanimidade, pela Diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em outubro de 2021 e encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU) para análise final. Após a avaliação do TCU, será assinada a repactuação do contrato de concessão da MRS.

Investimentos em Sustentabilidade dos Ativos

O Plano de Negócios também contempla investimentos que darão sustentabilidade aos ativos ferroviários. Esses recursos serão aplicados, por exemplo, numa nova matriz de dormentes, na modernização das locomotivas e vagões e na compra de equipamentos, entre outros.

Carga Geral

Os projetos ligados à renovação antecipada da concessão da MRS têm forte ênfase na expansão do segmento de Carga Geral – produtos agrícolas, siderúrgicos, insumos para construção civil e carga em contêineres, entre outros grupos. Em 2018, a participação da Carga Geral na produção total da MRS já foi representativa, com 32% do share. Com os investimentos da renovação e a expansão de capacidade em regiões estratégicas para a indústria e o agronegócio, como o noroeste de São Paulo, a Baixada Santista e os eixos Rio-São Paulo e Belo Horizonte-Rio, essa participação poderá superar os 47% ao longo do novo prazo de concessão.

Uma das iniciativas mais importantes para a ampliação da integração logística são quatro polos intermodais que serão construídos em locais estratégicos: no município de Queimados, na Baixada Fluminense; em Igarapé, na Grande BH; e em dois bairros da cidade de São Paulo: Mooca e Lapa. Por meio dos polos intermodais, as regiões metropolitanas das maiores cidades do país terão acesso a melhores soluções logísticas. Os espaços são pensados para atender a grandes volumes de Carga Geral, formando um circuito que une, via ferrovia, as regiões metropolitanas das cidades mais ricas do país aos principais portos da região Sudeste.